sábado, 6 de julho de 2013

DJ

Um disc jockey ou disco-jóquei (DJ ou dee jay), é um artista profissional que seleciona e roda as mais diferentes composições, previamente gravadas para um determinado público alvo, trabalhando seu conteúdo e diversificando seu trabalho em radiodifusão em frequência modulada (FM), pistas de dança de bailes, clubes, boates e danceterias.

Disco-joquéi foi e é utilizado para descrever primeiramente a figura do locutor de rádio que introduziam e tocavam discos de gramofone, posteriormente, o long play, mais tarde compact disc laser (CD) e atualmente, empregam o uso do mp3. O nome foi logo encurtado para DJ. No Brasil, a abreviação é pronunciada erroneamente, em relação a sua derivação original (o inglês), sendo mencionado de forma "aportuguesada" por jornalistas, radialistas e não-profissionais, como "djidjêi". Uma contaminação causada, principalmente, pela popularidade do grupo Mamonas Assassinas em 95, onde o vocalista Dinho, em imitação nordestina, pronuncia a abreviação DJ, dessa forma. Hoje, diante dos numerosos fatores envolvidos, incluindo a composição escolhida, o tipo de público alvo, a lista de canções, o meio e o desenvolvimento da manipulação do som, há diferentes tipos de DJs, sendo que nem todos usam na verdade discos, alguns podem tocar com CDs, outros com laptop (emulando com softwares), entre outros meios. Há também aqueles que mixam sons e vídeos (VJs), mesclando seu conteúdo ao trabalho desenvolvido no momento da apresentação musical. Há, no entanto, uma vasta gama de denominações para classificar o termo DJ.

Índice
1 Técnicas e estilos
1.1 Compactos
1.2 Composição digital
2 Referências
3 Ver também


Técnicas e estilos No rádio, os DJs contribuíram para a consolidação do movimento Rock and Roll a partir da segunda metade dos anos 50, como a maior manifestação cultural da juventude do século XX; nomes de artistas tão díspares como Elvis Presley e The Beatles, não teriam alcançado o estrelato se não fosse o empenho dos DJs originais. Nessa mesma época começavam a surgir os DJs jamaicanos, conhecidos como seletores, que inicialmente tocavam principalmente discos estadunidenses de R&B nos sistemas de som, e faziam sucesso principalmente entre a população menos privilegiada que não tinha condições de ter rádio ou toca-discos.

Com o advento da discoteca em meados dos anos 70, os DJs também ganharam fama fora do rádio e foram para as pistas de dança. Nas pistas, os DJs que atuaram até o meio da década de 1990 utilizavam apenas discos de vinil em suas apresentações. Em que pese o fato de já existirem CDs antes disso, não havia equipamentos que permitissem o sincronismo da música entrante com a música em execução (ajuste do pitch para posterior mixagem). A forma como esta ação de mixagem é realizada, aliás, é o principal diferencial entre os profissionais desta área.

Um DJ tem a percepção musical de saber quais composições possuem velocidades (mensuradas em batidas por minuto) próximas ou iguais, de forma que uma alteração em um ou dois por cento da velocidade permite com que o compasso das mesmas seja sincronizado e mixado, e o público não consiga notar que uma faixa está acabando e outra está iniciando, pois as duas faixas estão no mesmo ritmo, métrica e velocidade.

DJs das décadas de 1980 e 1990 sincronizavam a composição mixada (entrante) regulando a velocidade do prato do toca-discos, com o cuidado de fazer com que a agulha não escapasse do sulco do vinil (que na prática faz com que a música "pule") e também com que o timbre da voz da música não ficasse, por demais, alterada com a velocidade muito alta ou muito baixa do prato. Esta alteração da velocidade era possível em toca-discos que possuem o botão chamado pitch. O toca-disco mais famoso, nesta época, era o Technics SL-1200 MK-2, que até hoje é vendido e procurado por profissionais e amantes do vinil pela robustez e força que o seu motor de tracção directa apresenta.

Após a popularização do CD, fabricantes como Pioneer, Technics e Numark desenvolveram aparelhos do tipo CD player com recursos próprios para DJ. Conhecidos como CDJs, possuem botões especiais para alteração de pitch, de retorno da faixa, de marcação de ponto (efeito cue) e looping. O timbre da música passou a ser controlado (opcionalmente) por um acionador específico, normalmente conhecido como Master Tempo. Com este recurso, mesmo que a composição esteja extremamente acelerada (ou desacelerada), o timbre da voz, teclados, guitarras, etc. é mantido, driblando de certa forma a capacidade de percepção do público, em notar que determinado som está tocando em velocidade diferente da normal. Além disso, não há mais o risco de o disco pular, apesar de o cuidado em se limpar as mídias de CD ser o mesmo, pois uma mancha em uma mídia óptica pode prejudicar e até interromper a canção em execução. Outra facilidade destes equipamentos é marcar o ponto de início da música (designado cue point). Assim, um DJ com um simples toque no botão pode retornar ao ponto de partida poucos segundos antes de mixar a música sobre a que está sendo executada.

Atente-se aqui para o fato de que, além do talento musical obrigatório a um DJ em se conhecer aproximadamente o tempo das composições que ele pretende mixar durante sua apresentação, o mesmo também deve conhecer onde, quando e se uma composição ou determinada versão desta possui uma região (geralmente sem vocal, com batidas secas e pouco ou nenhum aparecimento de guitarras e teclados) popularmente conhecida como quebrada, onde é possível entrar a próxima composição sem que o resultado fique confuso (com dois vocais de canções diferentes "falando" ao mesmo tempo, por exemplo). Este capricho é obrigatório para profissionais que fazem mixagens ao vivo, tanto com vinil quanto com CDs.

O DJ é, no fim das contas, um animador de eventos. Este deve conhecer canções o suficiente para saber como e quando mixá-las, deve sentir a vibração do público que o está ouvindo, e saber mudar um estilo na hora certa, para que a pista não esvazie. Deve ser o mais eclético possível, ou deixar bastante claro ao seu público e ao seu contratante qual é seu estilo ou tendência. Existem DJ especializados em raves. Outros, que se dedicam a canções que já fizeram sucesso a oito, dez ou vinte anos atrás.

Compactos As versões das canções que um DJ utiliza não são, geralmente, as mesmas versões que normalmente se ouve em videoclipes ou estações de rádio. Para cada nova canção que é lançada no mercado, desde a década de 1970, a gravadora lança um disco (ou CD) específico, denominado compacto, para aquela canção. No caso do vinil, um compacto também pode ser de sete polegadas, dez polegadas ou doze polegadas. Em CD, este é conhecido como 5 (cinco) polegadas. Um compacto é um vinil ou CD que possui uma mesma canção em várias versões, produzidas especialmente para mixagens ou amantes de versões alternativas. Enquanto uma versão normal de canção possui normalmente de três a quatro minutos de duração, uma versão de compacto pode durar até quinze minutos, com grandes introduções, quebradas, edições, reprises de vocal etc.. Estas versões alteradas também são conhecidas como remixagens, versões 12, versões club, versões estendidas e dub. Um compacto também pode conter versões instrumentais e a cappella. Enquanto um álbum de coletânea de determinado artista pode possuir um nome qualquer, um compacto sempre tem o nome da canção que nele está gravada, mesmo que o disco tenha apenas uma versão da canção que o nomeia.

Composição digital Já no fim do século XX, com a popularização do formato MPEG-1 layer 3 (popularmente conhecido como MP3) para canções digitais, de programas de compartilhamento de arquivos como o Napster e o surgimento de programas de edição musical, surgiu uma nova casta de editores musicais auto-denominados DJs. Apesar de estes possuírem, as vezes, até certo talento para música, pois precisam alterar uma faixa para mixar na anterior, tem seu trabalho extremamente facilitado e, portanto, não são bem vistos por profissionais que executam seu trabalho ao vivo em clubes, casas, discotecas e eventos. Ex:DjPimento007

A mixagem em computador é feita de forma caseira, e não há o julgamento do público ao trabalho sendo feito ao vivo. O que o público irá ouvir é uma mixagem feita em estúdio e já gravada. Caso uma canção seja alterada e mixada com a anterior, mas o resultado não seja o esperado pelo editor (timbres, batidas ou compassos dessincronizados, por exemplo), a ação de mixagem pode ser desfeita e refeita quantas vezes forem necessárias. Assim, o resultado final é uma mixagem tão perfeita quanto artificial.

Porém, grandes DJs também fazem uso destes programas para criação de sequências de múltiplas canções denominadas megamixes, de participações de curta duração em programas de rádio e até mesmo de novas versões dessas canções, que não existam em seus respectivos compactos.

Existem hoje em dia softwares capazes de simular na tela de um computador dois toca discos ou cdjs e um mixer, com inúmeros recursos iguais ou até superiores aos melhores equipamentos,além de alguns poderem ser baixados gratuitamente pela internet,esses softwares estão se popularizando por serem uma alternativa a quem deseja discotecar e não pode investir muito.

Entre esses programas destacam-se o Virtual DJ,Traktor,Deckadance,MixVibes,BPM Studio,PCDJ entre outros

É A HORA DA FESTA DE CASAMENTO!

Quem nunca foi a um casamento que as músicas da festa eram tão monótonas que dava vontade de sair correndo? Como escolher a música a música do casamento? As músicas devem agradar os noivos ou os convidados? Ainda que os noivos contratem DJ ou Banda para fazer todo som da festa de casamento, é impossível para o casal não se envolverer.
Para acertar na hora de montar o repertório musical do casamento, leia as dicas de como escolher as músicas do casamento que o site Casamento Aqui criou! Para “tirar o pé da jaca”!
1. As músicas de casamento devem refletir o noivo e a noiva. O casal pode até querer criar uma recepção agradável para seus convidados, mas as músicas também precisam ter o toque dos noivos.
2. As músicas devem ser agradáveis para os convidados. Não pode apenas refletir os noivos, é preciso tocar músicas que agradem uma diversidade de pessoas. Imagine só se o casal gosta apenas de músicas raras, lentas? É aceitável tocá-las, mas não apenas essas músicas?
3. Crie uma “playlist” diversificada de músicas. A lista de músicas precisa conter músicas lentas, raras (caso o casal goste), populares e dançantes. Uma mescla de tudo! Diversificação é a palavra de ordem.
4. Mescle músicas nacionais e internacionais. Isso faz parte da diversidade musical da festa de casamento. O meio termo!
5. Coloque as músicas dançantes de sucesso nas paradas. As músicas mais tocadas nas rádios e de sucesso agradam uma grande parte das pessoas. Agite sua festa e sejam um bons anfitriões. Para saber as músicas de sucesso, pode-se consultar a Billboard, o site Musikcity, o Tophitz e o Top 40.
6. Você não precisa tocar absolutamente todas as músicas que estão na moda. Há casais que não suportam músicas como “Rebolation” (de Parangolé), por exemplo. Existem alternativas musicais que estão na moda e que não são tão insuportáveis para o casal. 7. A escolha da música da primeira dança deve ser exclusivamente do casal! Existem noivos que acabam decidindo por uma opção que eles não gostem ou se sintam incomodados porque a família, amigos ou convidados palpitaram. Não importa se a família quer que vocês dancem valsa como primeira dança. Importa o que os noivos querem! [Olha que criativo a primeira dança dos noivos, acesse: Dança na Festa de Casamento]
8. Inicie com músicas lentas, vá animando até atingir um ápice com as agitadas e depois retorne para outras lentas. Todo o conjunto musical durante toda a festa deve ser pensado como se fosse um gráfico que cresce, chega a um ápice e depois fica decrescente. Enquanto os noivos e convidados chegam e se acomodam na festa e para que eles vão embora, músicas lentas.
9. O repertório deve ser variado por década também. Inclua música dos anos 60, 70 (Disco), 80, 90 e assim por diante. Tem sempre aquelas que já se tornaram tradicionais na execução musical de casamentos. Sempre agrada pessoas mais velhas e as mais jovens.
10. Os noivos devem embalar a pista de dança. A animação de toda festa depende dos noivos ! O casal não precisa ser nenhum “expert” em dança para conseguir animar todos os convidados. Divirtam-se, soltem-se e curtam o grande momento!
Preparados para agitar no casamento?

sexta-feira, 5 de julho de 2013

CONTRATANDO O DJ

Dicas para contratar um profissional de música mecânica para sua festa

 A balada do seu casamento vai ser na base da música mecânica? Então veja essas dicas imperdíveis para contratar um DJ e garantir a animação da festa até o fim.

Veja abaixo algumas dicas para a contratação de DJ (Deejay ou Disc Jockey) e profissionais de música mecânica para seu evento ou casamento.

 No primeiro contato informe as condições gerais da festa, número de convidados, tipo de local, etc. e solicite informações básicas, como o que está incluso no preço, equipamentos fornecidos, disponibilidade de data e valor dos serviços.

Confira se o DJ ou empresa realiza mais de um evento por dia. Eventualmente, isso pode causar atrasos na montagem e testes dos equipamentos, além da divisão na atenção do profissional. Algumas empresas dispõem de mais de uma equipe e realizam eventos simultâneos. Atente para o material de apresentação dos serviços: endereço, e-mail, site, folder, etc.

 Observe a qualidade do material, fotos, descrição dos equipamentos a até eventuais erros de português nos textos. Verifique se a pessoa com quem você está negociando é o DJ que estará em sua festa, ou se é um vendedor / representante. Nesse caso, peça para conhecer o DJ antes de assinar o contrato.

 É importantíssimo haver uma boa “troca de energias” entre você e o profissional, para garantir a animação no Grande Dia. Solicite uma listagem dos estilos musicais que você pode escolher para execução durante a festa, bem como das músicas para entrada dos noivos no local, corte do bolo, valsa e outros momentos importantes.

 Monte uma playlist para evitar surpresas desagradáveis. Cheque se o profissional dispõe de um repertório eclético. Há DJs que só tocam um estilo de música (geralmente, eletrônico). Se você optar por este tipo de profissional, lembre-se que pode não haver abertura para tocar outro tipo de música durante o evento.

 Se possível, agende uma reunião com o DJ no próprio local onde se dará o evento. Lá você poderá conhecê-lo melhor, além de poder passar informações que serão de grande valor no dia da festa, como espaço disponível e condição das instalações.

Equipamentos top de linha, caríssimos, que causam um certo impacto à primeira vista não são garantia da qualidade do serviço de DJ nem do sucesso do evento. Há empresas que investem alto em equipamentos, mas, infelizmente, não dão a mesma atenção aos profissionais que contratam.

  O Preço

Quanto ao preço, lembre-se: nem muito caro, nem barato demais! Solicite mais de três orçamentos, para ter uma base dos valores. Fique atenta: geralmente os nomes dos equipamentos mudam bastante. Peça a descrição e/ou fotos de cada equipamento separadamente, para que você tenha noção do que será contratando.

 Os orçamentos costumam incluir o trabalho do DJ, a locação e manutenção dos equipamentos, o transporte e o pagamento de ajudantes, caso o profissional necessite, para o carregamento, montagem e apresentação.

Pergunte se será possível estender a festa além do horário contratado. Confira também se, nesse caso, o DJ cobrará valor adicional e como se dará o pagamento. Esse valor costuma ser calculado por cada hora extra.

 A forma de pagamento também é importante. Se você tem bastante tempo até a data do evento, pode pleitear a divisão em várias parcelas. Mas, se a data estiver próxima, cuidado: há profissionais que, face à proximidade, cobram mais caro.

Alguns também não permitem que fique qualquer valor/parcela para ser pago após a data da festa. Então fica a dica: antes de fechar o contrato, analise todo o material apresentado e procure informações com outras pessoas que já contrataram o DJ.

Não esqueça de incluir tudo o que foi acertado em contrato, inclusive a playlist, equipamentos e profissionais envolvidos no evento. Depois é só cair na balada!


sábado, 13 de outubro de 2012

REPORTAGEM DIA DOS PAIS

Super companheiro
Ser pai é sinônimo de companheirismo, diz Rogério Silva, 30 anos, técnico em manutenção. Seu filho Raylan, 7, é tudo para ele. “Depois que Raylan nasceu, até aprendi a valorizar mais meus pais. Eu abdicaria de qualquer coisa por ele.” Os dois têm, acima de tudo, uma relação de amizade, de companheirismo. “Estou sempre ao lado dele e o incentivo a fazer tudo o que gosta, dentro dos limites”. São tão companheiros, que até fazem aulas de DJs juntos. “Eu já fazia. Aí percebi que o Raylan gostava e tinha jeito para a coisa. Então, resolvi fazer sua matrícula no curso. É muito legal ter essa afinidade especial com a música, curtir juntos.”Além das aulas, a dupla joga futebol e videogame juntos, e, se depender de Silva, ainda farão muitas coisas unidos. “Quero acompanhá-lo sempre.”

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